“TANTA INOCÊNCIA E TANTA ASSERTIVIDADE” 1 – “O autor e conferencista Leo Buscaglia certa ocasião falou de um concurso em que tinha sido convidado como jurado. O objetivo do concurso era escolher a criança mais cuidadosa. Eis um dos vencedores: Um garoto de 4 anos tinha um vizinho idoso ao lado, cuja esposa havia falecido recentemente. Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente sentou-se em seu colo. Quando a mãe perguntou a ele o que havia dito ao velhinho, ele respondeu: – Nada. Só o ajudei a chorar”.
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“TANTA INOCÊNCIA E TANTA ASSERTIVIDADE” 2 – Eis o outro dos vencedores: “Os alunos de primeira série estavam examinando uma foto de família. Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos demais. Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adotada. Logo uma menina falou: – Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada. Logo outro aluno perguntou-lhe: O que significa “ter sido adotado?”. – Significa – disse a menina – que você cresceu no coração de sua mãe, e não na barriga!”.
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“A GRANDE AUSENTE” – “Perdeu o País no dia 15 de fevereiro de 2004 a admirável poetisa Helena Kolody, a mais alta expressão da poética paranaense. Titular da cadeira n.º 28 da Academia Paranaense de Letras, ela iluminou com sua ternura e sensibilidade os quadros acadêmicos e o vasto universo de seus admiradores. / Nascida em Cruz Machado, PR, revelou desde cedo raras aptidões no manejo dos versos, através de uma produção literária cada vez mais amadurecida e requintada. / Seus sonetos, poemas e haicais demonstram uma admirável alma romântica de profundo poder criativo e acentuada força interior. “Havia filtros misteriosos nas dobras da sua vivência. Nos caminhos do seu espírito a poesia goteja cada vez mais pura”, disse certa vez Vera Vargas. / Paulo Leminski chamava-a de “Santa Kolody”, beatificando-a no altar dos seus merecimentos. Uma verdadeira multidão acompanhou-lhe o sepultamento, visivelmente emocionada. / Prestaram-lhe homenagens em nome da nossa Instituição as acadêmicas Chloris Justen e Adélia Maria Woellner. “A perda de Kolody só poderá ser mensurada com o passar dos anos, quando o Paraná e a Poesia perceberem o enorme vácuo deixado por ela”, asseverou Odilon Túlio Vargas, então presidente da Academia Paranaense de Letras”. (vide Academus n.º 7, Março de 2004, página 01, o Órgão Oficial da Academia Paranaense de Letras).
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LUTO – Morreu, na semana passada (dia 12), Foed Castro Chama, aos 82 anos de idade. Nascido em Irati (PR), o poeta é pouco conhecido no Paraná, pois desde a adolescência radicou-se no Rio de Janeiro e morava no Rio Comprido.
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A ÚLTIMA – A Coluna de hoje é dedicada ao professor Bernardo Knapik, que por muitos anos lecionou as disciplinas botânicas da FAFI no Herbário Vale do Iguaçu, que há mais de 20 anos estuda o pó de basalto para uso agrícola e que hoje é um dos líderes da Associação dos Amigos do Trem.
Beira do Iguaçu, Janeiro de 2.010