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Quinta-feira, 09 de setembro de 2010 | Atualizado em 30/07/2010 às 15:51h
 
 
 
 
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Milho no Monjolo – 565 (Odilon Muncinelli – Membro da ALVI) | 10 Nov 2009
Por Odilon Muncineli
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DUPLAMENTE HONRADO – Na última sexta-feira, dia 06, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu realizou uma memorável Sessão Solene conferindo a Comenda Pinhão do Vale (Medalha e Diploma) a duas personalidades “que de alguma forma prestam serviços relevantes à comunidade” e ambas “escolhidas pelo mérito que representam nas áreas culturais, sociais, literárias e científicas”. Pois bem, hoje, me sinto duplamente honrado! Primeiro, porque uma delas era a educadora Aldair W. Muncinelli, minha companheira há mais de 40 anos. Segundo, porque ela foi apresentada pela acadêmica Márcia Marlene Stentzler Garcia de Lima com a leitura do texto “Aldair, Simplesmente Aldair”, de minha autoria.
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A SAGA DOS TROPEIROS – Nos meses de junho e julho do ano de 2003, o Paraná serviu de cenário de um filme que reviveu a saga dos tropeiros, um ciclo econômico que ajudou a desbravar, desenvolver e colonizar uma boa parte do interior do Estado nos séculos XVIII e XIX. O filme “Cafundó”, uma iniciativa do premiado ator e diretor Paulo Betti, foi inteiramente rodado no Estado Paraná, em particular nas cidades de Curitiba, Lapa, Ponta Grossa, Castro e Paranaguá. E não por acaso. “Aqui estão as mais belas paisagens e bem conservadas construções típicas do antigo Caminho das Tropas”, no dizer de Paulo Betti. O filme “Cafundó” buscou inspiração num personagem real, o tropeiro e ex-escravo João de Camargo. Segundo o roteiro, João de Camargo é um negro saído das senzalas que se vê tragado pelo mundo em transformação. Derrotado e delirante, é tomado por uma visão que o encarrega de uma missão divina à frente de seu povo. Transformado numa espécie de bem-aventurado, João de Camargo morreu em 1942 aos 84 anos. Em muitas localidades, sua memória é reverenciada até hoje.
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Ô CATARINA! – “O jornal cultural Ô Catarina! já está nas ruas, outra vez com o seu genuíno nome de batismo, assim mesmo, com o acento circunflexo no “o” e o ponto de exclamação – que o identifica como um vocativo a todos os catarinenses. O jornal editado pela Fundação Catarinense de Cultura retoma suas origens e se auto-proclama um “convite à inclusão de todas as entidades de Santa Catarina”, seguindo o “signo” do historiador de arte Paulo Herkenkoff, segundo o qual “nenhum artista precisa sair da terra para ser notado”. O jornal Ô Catarina! é editado pelos jornalistas Deluana Buss e Denis Radünz”.
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UTILIDADE PÚBLICA – A Lei Municipal n.o 3744, do dia 03 de novembro de 2009, regularmente publicada neste Jornal O Comércio, em sua edição do dia 06 de novembro de 2009, na página 09, declarou de Utilidade Pública, no Município de União da Vitória, Estado do Paraná, a Associação Família Zalewski, mantenedora da Casa de Apoio “Amor Fraterno” (que tem como objetivo primordial proporcionar hospedagem e apoio aos portadores de doenças oncológicas), com sede à Rua D. Pedro II, 140, Centro, no Município de Porto União, Estado de Santa Catarina.
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A ÚLTIMA – “Os melhores presentes que podemos dar aos filhos são raízes e asas”. (Hodding Carter).

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.009

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